Tecnologia
Argentina autoriza Google a instalar cabo submarino ligado aos EUA
Objetivo da empresa é aumentar a estabilidade e velocidade de conexão entre os servidores da empresa e o país sul-americano
| R7 / TECNOLOGIA E CIêNCIA | POR AGêNCIA EFE
O governo da Argentina autorizou nesta quarta-feira (17) a Google Infraestrutura a instalar um novo cabo de fibra óptica submarino no mar territorial argentino, que ligará a costa leste dos Estados Unidos com a América do Sul para acelerar a conexão das plataformas da empresa na região.
A aprovação para a instalação do cabo — com um ponto de amarração na cidade argentina de Las Toninas, na província de Buenos Aires, e que faz parte do projeto Firmina — foi dada através de uma resolução do Enacom (Ente Nacional de Comunicações), publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial.
O projeto Firmina é um sistema de cabos submarinos de fibra óptica de alta capacidade desde a cidade de Myrtle Beach, no estado americano da Carolina do Sul, até o balneário argentino de Las Toninas, com uma derivação na cidade uruguaia de Punta del Este e outra em Praia Grande (SP).
O sistema de cabos cobrirá aproximadamente 13.500 km, incluindo cinco segmentos para a rota principal e duas derivações, foi projetado para suportar uma relação sinal-ruído geométrica de 8,1 decibéis por par de fibra troncal e oferecerá uma capacidade de desenho final de 15,03 terabits por segundo por par de fibra.
Para o Enacom, a instalação e a aplicação deste sistema de cabos submarinos permitirá o crescimento não apenas em termos tecnológicos, mas também de um ponto de vista econômico.
'O projeto inerente a este cabo submarino será de benefício significativo para o país, levando em conta a crescente demanda por serviços que requerem cada vez mais capacidade de infraestrutura de telecomunicações, especialmente no segmento internacional', justifica a Enacom na resolução.
O projeto foi batizado de Firmina em homenagem à escritora e abolicionista brasileira Maria Firmina dos Reis (1825-1917), cujo romance Úrsula, de 1859, descreve a vida dos negros brasileiros sob a escravidão.
Com a chegada de Firmina, o Google terá 16 cabos submarinos no mundo: ele se unirá a Curie, que liga os Estados Unidos ao Chile, a Monet e Junior, com cidades do Brasil, e Tannat, que o conecta com Argentina, Uruguai e Brasil.
Nos mais de 23 anos de existência do Google, a empresa norte-americana lançou, literalmente, centenas de produtos com as mais diversas funcionalidades, de e-mails a redes sociais, de caixas de som inteligentes a serviços de edição compartilhada. É natural que, ao longo dessa trajetória, muitos e muitos deles tenham ficar para trás. O site Google Cemetery (Cemitério do Google) reúne 166 produtos da empresa que foram descontinuados desde 2006. Relembre (ou conheça) alguns deles
Reuters
O Orkut foi a primeira rede social da maioria dos internautas brasileiros. Durou 10 anos (de 2004 a 2014) e até hoje muitos não aceitam o fim das comunidades, scraps e outras funcionalidades que fizeram parte de nossas vidas
Reprodução
Outro aplicativo que deixou muitos usuários órfãos é o Google Reader, desativado em 2013 após 8 anos em funcionamento. O leitor de feeds RSS e ATOM tinha uma interface limpa e fácil de organizar e aceitava pesquisas em seu buscador interno e links externos
Reprodução
A eterna rede do Google que nunca conseguiu sair do chão. O Google Plus foi uma tentativa de competir com o Facebook, mas nunca recebeu adesão dos usuários. Após oito anos de existência (2011 a 2019), a rede foi descontinuada pela empresa para usuários individuais
Reprodução
Poucos sabem, mas o Google teve um serviço de corridas muitos anos antes do Uber aparecer. O Google Rides funcionou entre 2007 e 2009, em apenas 14 cidades nos EUA. e servia para encontrar táxis, caronas ou traslados com base na localização do usuário. Só não deu muito certo
Reprodução
O Google Videos nasceu em 2005 como um recurso para hospedar vídeos feitos pelos usuários, mas perdeu essa utilidade um ano depois, quando a empresa comprou um site que se tornou a principal referência na área, o YouTube. Com isso, o Videos foi gradualmente se transformando em um mecanismo de busca de imagens até ser encerrado, em 2012
Reprodução
Nem só de programas vive o Google, e o cemitério também tem alguns equipamentos que saíram de linha. É o caso do Chromecast Pixel, que foi um notebook com sistema operacional baseado no Chrome, o navegador da Google. Foi vendido entre 2015 e 2017, mas acabou não sendo mais produzido desde então
Reprodução
O Google Talk foi uma tentativa de competir com o Whatsapp e outros mensageiros. Durou incríveis 12 anos, mesmo sem nunca ter conquistado uma grande base de usuários. Foi descontinuado em 2017 e a base migrou para o Hangouts, que também já saiu de uso
Reprodução
Em 2004, o Google comprou o app de compartilhamento e organização de fotos Picasa, que se tornou um dos seus serviços de maior duração. A plataforma funcionou durante mais 12 anos até ter seu funcionamento encerrado porque a matriz decidiu deslocar as funções com fotografias para o Google Fotos
Reprodução
Quando surgiu, em 2009, o Google Wave foi anunciado como um ambiente de trabalho no qual os usuários poderiam trabalhar simultaneamente em várias máquinas diferentes, agilizando fluxos de produção. A solução foi fechada menos de um ano depois e depois vendida para outra empresa, por falta de adesão de usuários
Reprodução
O Hangouts, aplicativo de reuniões e troca de mensagens, é um dos últimos a sair do ar, em dezembro de 2020, após quase sete anos em funcionamento. A maior parte das suas funções foi incorporada ao Google Chat.
Reprodução
Clique aqui e confira as últimas notícias de Itaporã!
Siga o Itaporã News no Youtube!
Grupo do WhatsApp do Itaporã News Aberto!
WhatsApp. VIP do Itaporã News clicando aqui!"
WhatsApp do Itaporã News, notícias policiais!
"Ao vivo a programação da Alternativa FM de Itaporã."






















