Puccinelli cita ‘dor de cotovelo’ e lamenta ausência de Mochi: ‘melhor que metade dos que aí estão’

| INVESTIGAMS/WENDELL REIS


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O ex-governador André Puccinelli (MDB) está de volta à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, após anos como deputado federal, prefeito de Campo Grande e governador do Estado, ambos por dois mandatos.

O ex-governador era apontado como favorito para o posto de mais votado, com expectativa de mais de 60 mil votos, mas terminou com 40.602 votos, em sexto lugar. Os 20 mil que faltaram acabaram deixando fora do mandato o deputado Junior Mochi (MDB), o que Puccinelli mais lamenta.

“Um companheiro de muitos anos. Melhor do que metade ou mais dos que estão ai. Muito competente', declarou o ex-governador, relatando que a sensação é de “dor de cotovelo'.

Sobre a campanha, Puccinelli diz que muitos não sabiam que ele era candidato. Ele afirma que fez campanha por impulsionamento e panfletando pessoalmente, sem grande equipe.

Puccinelli reclama da falta de recurso para campanha. Ele explica que ele e Mochi abriram mão de R$ 100 mil dados pela coligação para doar aos demais candidatos, impedindo que a chapa do MDB fosse toda desmontada.

O MDB tinha três deputados, mas perdeu Renato Câmara e Márcio Fernandes na janela partidária. O plano de Puccinelli era manter o trio de deputados e o ex-deputado Eduardo Rocha para fazer até quatro deputados.

Preocupado com a chapa, os deputados saíram, porque avaliaram que não fariam a bancada sonhada por Puccinelli. Com a saída dos três (Rocha, Fernandes e Câmara), o MDB ficou apenas com Puccinelli e Mochi como favoritos, o que levou ao encolhimento, passando de três eleitos em 2022 para apenas um nesta nova legislatura.



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