Família pede ajuda para esclarecer atropelamento que matou idoso em Corumbá

Não há imagens ou testemunhas que indiquem o possível culpado e as circunstâncias do crime

| TOP MíDIA NEWS/CAROL RAMPI


Arquivo pessoal
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A família de Paulino Alves de Abreu, de 81 anos, busca ajuda da população para esclarecer as circunstâncias de um acidente ocorrido no dia 25 de abril, na Rua Duque de Caxias, nas proximidades do Fórum Eleitoral, no município de Corumbá, a 426 quilômetros de Campo Grande.  Segundo relatos da filha, Raquel Costa, ao TopMídiaNews, Paulino conduzia uma bicicleta quando foi atropelado e socorrido em estado gravíssimo. Ele chegou a ser transferido para Campo Grande, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 28 de abril. Conforme o atestado de óbito, a vítima teve hemorragia subdural traumática devido à colisão com o veículo. A família afirma que, até o momento, não conseguiu imagens ou testemunhas que ajudem a esclarecer o que aconteceu no local. Conforme informado, a polícia teria realizado buscas por câmeras de segurança na região, mas o relatório retornou com resultado negativo. Agora, familiares fazem um apelo para moradores, comerciantes e motoristas que passaram pela região naquele dia. A suspeita é de que alguém possa ter registrado o acidente ou momentos antes e depois da ocorrência. “Eu não estou acusando ninguém, até porque não sei o que aconteceu. Quero ajuda da população porque, naquele momento, tinha bastante gente na rua. Alguém pode ter filmado ou ter imagens de câmera”, disse Raquel. Patriarca de uma família de 11 filhos, com diversos netos e bisnetos, Paulino dizia que andar de bicicleta era seu exercício diário. Aposentado e totalmente independente, fazia tudo sozinho, acordava às 4h e saía visitando familiares e amigos em Corumbá, sempre com a inseparável bicicleta.  “Ia na casa de amigos, de parentes, sempre falando da Bíblia, andava o tempo todo naquela bicicleta. Ele sempre dizia que era o exercício físico para ele, que não sentia nada, não tomava remédios”, disse Raquel.  Autista, Raquel explica que o pai sempre a compreendeu. “Ele me faz muita falta, porque desde cedo entendeu meu jeito diferente de ser. Meu pai se preocupava comigo, se eu tinha comido, fazia comida para mim”, detalha.  A família pede que qualquer informação, vídeo ou imagem seja repassada de forma reservada, para auxiliar nas investigações do caso, já que o prazo do inquérito segue correndo. O número para contato é o (67) 991642101.  




















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